sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Amar o amor...

...e suas infinitas consequencias!

Depois de horas, quiçá dias ou meses, tentando entender certos pormenores, acabei desistindo e jogando a toalha. Digamos que eu esteja numa situação interessante: uma escolha a fazer e dois caminhos a seguir.

Que critérios utilizar? Não sei. Os rumos que cada escolha me levaria, valeriam a pena? Não sei. O desgaste evidente seria suportável? Não sei.

E de repente, me sinto tão pouco racional que entro em pânico. As vezes me dá raiva essa intensidade desmedida que não me permite ser superficial. Para que isso, afinal? De que vale essa porcaria? Só por que é bonito? E daí? Quem se fode no final sou eu e não os outros. E os interessados, quase nunca dão valor!

Acho que ando cansada de ser quem eu sou. Vontade de me vestir de alguém por algum tempo. Eu poderia muito bem fingir, mas não é tão simples quanto parece. Todo extremo é um exagero e todo ele é condenável. Já conheço minha sentença: o descontrole.

Não entendeu o título? Desconsidere-o.

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